terça-feira, 8 de julho de 2008

Não precisa fazer sempre igual...






Quando projetamos, não precisamos seguir as linhas do que já existe, não é necessário obedecer a regra dos "Bloquinhos", do copia e cola. Vamos criar! As novas técnologia estão aí possibilitando uma infinidade de maneira de tornar acessórios simples em novidades bonitas e práticas. E isso já começa na faculdade, nos projetos que fazemso agora! Não pense que uma luz divina vai iluminar você assim que receber o canudo, a hora de criar é aqui e agora!

Divirtasse!








O Programa Praça-Escola, em implantação na cidade de Nova Iguaçu, tem como principal objetivo estabelecer uma rede de espaços livres públicos que se articule à rede de equipamentos existentes, ou a implantar, na totalidade da cidade. A rede de equipamentos envolve as escolas públicas - foco principal do projeto e local gerador da demanda dos novos espaços públicos - os postos e unidades de saúde, as demais instituições públicas e os parceiros do programa Bairro-Escola - responsáveis pelas atividades suporte do horário integral em implantação na rede educacional. Esta rede conta com 98 escolas, fato que determinou o universo de 100 praças a serem implantadas.

Maiores Informações: http://www.vitruvius.com.br/institucional/inst188/inst188.asp

segunda-feira, 7 de julho de 2008


Já pensou em começar pelas pequenas coisas...elas podem fazer uma grande diferença...

Estrutura Metálica




Shopping Popular de Brasília

Para quem curte estrutura metálica



O projeto
A construção do Shopping Popular de Brasília foi idealizada pelo Governo do Distrito Federal e o projeto executado pelos dois irmãos: o Arquiteto Alencar Blanco Cinnanti e o Engenheiro Civil Dalmo Blanco Cinnanti, ambos representando a Cinnanti Arquitetura e Engenharia, empresa com sede na cidade.A criação deste Shopping Popular tem como primordial objetivo oferecer aos vendedores ambulantes, que comercializam seus produtos nas ruas do centro da cidade, um espaço definitivo, provido de toda a infra-estrutura necessária para exercerem suas atividades com legalidade, segurança, conforto e higiene. Para a concretização da referida obra, definiu-se uma área com 20.000m², ao lado da Rodoferroviária, localização esta em área nobre, de fácil acesso, situada no fim do Eixo Monumental, via que corta a cidade no sentido leste oeste.Após o levantamento das condições técnicas da área a ser utilizada para a construção do referido shopping, e do estudo minucioso de seu programa de necessidades, iniciou-se a definição dos princípios que norteariam todo o projeto arquitetônico, dando ênfase ao caráter social que a edificação deveria possuir, sendo idealizadas com as seguintes características:


• Horizontalidade;

• Permeabilidade;

• Acessibilidade com ênfase às pessoas portadoras de necessidades especiais;

• Integração entre área interior e exterior;

• Funcionalidade;

• Sustentabilidade alcançada através da utilização da ventilação e iluminação naturais;

• Design expressivo e contemporâneo, possuindo uma identidade com as principais edificações da cidade;

• Racionalidade da construção.

Os lugares do abandono - EduardoRocha

Quando pensamos e observamos algo abandonado, é necessário que utilizemos nossa imaginação simbólica e espacial.
Quando olhamos para as arquiteturas do abandono estamos privilegiando outro olhar, ou seja, estamos nos voltando para outra lógica, portanto é preciso fazer o pensamento pensar. É um mistério indecifrável, quando nos deparamos com uma situação de abandono na cidade, até que encontremos respostas e nos acostumemos com o quadro, como mais um objeto de decoração, fazendo com que alguns restos de construção sejam apreciados como ruínas. A partir dessa idéia, podemos partir de qualquer ponto, para qualquer lado, para cima, para baixo, horizontal, vertical. Qual é a forma? Para qual é a função? Por que essa arquitetura resiste? Por que existe?
(...)
O arquiteto está em uma situação muito particular, pois está preso, não é um artista no sentido tradicional, não é alguém que está diante de uma folha em branco, não é alguém que trabalha frente a sua tela. O arquiteto pode ser comparado a um realizador cinematográfico, já que temos as mesmas pressas: encontramo-nos numa situação em que devemos produzir, em um tempo determinado, com um pressuposto dado e com determinadas pessoas, um objeto, uma coisa. Trabalhamos com uma equipe, em virtude disso, a qualquer momento, podemos ser censurados, de maneira direta ou indireta, em nome da segurança, do dinheiro. Temos censores profissionais em nossa profissão, nas prefeituras, no governo.

Veja o texto na integra! http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp476.asp