Assisti a reportagem do no Fantástico ontem e não resisti em dividir minha satisfação em saber tem gente que realmente pensa no futuro. É importante é estar ciente que a atitude para construir um mundo melhor sai de você. Prontos para fazer a diferença??
Assita na integra a reportagem, vale a pena! Quem sabe você passe a entender melhor o sentido se " cidades do futuro".
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL710560-15605,00-FANTASTICO+VISITA+CIDADE+ONDE+NAO+HA+DESPERDICIOS.html
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Reformar faz bem pra saúde!




Talvez não seja necessário surgir um problema como o mofo pra você decidir fazer uma reforma no seu quarto, ou na casa inteira. Mas comigo foi assim.
Depois de um bom tempo sofrendo com a úmida e o cheiro horrível de mofo que vinha de trás do meu guarda roupa, arregacei as mangas, convoquei a família e decidi que das férias não passava essa reforma revolucionária!
Claro que também aproveitei pra fazer uma super limpa no meu guarda roupa e dar uma ajeitada nele.
Só pra se ter uma idéia, de acordo com o infectologista Antônio Tadeu Fernandes, do Hospital Santa Catarina, de São Paulo, o mofo causa sintomas alérgicos como congestionamento nasal, rinite e asma. Outros sintomas das pessoas que entram em contato com este microorganismo são a irritação nos olhos e a dificuldade respiratória. E, Segundo o médico Antônio Tadeu Fernandes, a sujeira e o pó servem de substrato para esta proliferação, assim como o hábito de guardar muitos objetos e papéis em casa.
Logo, fica aí o estimulo pra fazer toda essa arrumação com muita vontade.
Eu fiz! Inclusive, escrevo do meu reformado quarto, agora sem mofo, sem tralha velha acumulando energias negativas, roupas que a tempo não usava mais, enfim, ficou do jeitinho que eu queria. Também foram pintadas as paredes, três brancas e a da cabeceira rosa bem delicado.
Além do mais, você pode transformar essa experiência em um momento para se diverti escolhendo,por exemplo, um papel contact para por nas suas gavetas, eu fiz isso, experimentei três tipos diferentes de cores e estampas, a adorei o resultado. E se você é estudante de arquitetura como eu, é bom ir testando as várias possibilidades, pra ver o que dá certo.
Fica a dica, usem a criatividade e transforme seu refugio num pedacinho do paraíso!
Depois de um bom tempo sofrendo com a úmida e o cheiro horrível de mofo que vinha de trás do meu guarda roupa, arregacei as mangas, convoquei a família e decidi que das férias não passava essa reforma revolucionária!
Claro que também aproveitei pra fazer uma super limpa no meu guarda roupa e dar uma ajeitada nele.
Só pra se ter uma idéia, de acordo com o infectologista Antônio Tadeu Fernandes, do Hospital Santa Catarina, de São Paulo, o mofo causa sintomas alérgicos como congestionamento nasal, rinite e asma. Outros sintomas das pessoas que entram em contato com este microorganismo são a irritação nos olhos e a dificuldade respiratória. E, Segundo o médico Antônio Tadeu Fernandes, a sujeira e o pó servem de substrato para esta proliferação, assim como o hábito de guardar muitos objetos e papéis em casa.
Logo, fica aí o estimulo pra fazer toda essa arrumação com muita vontade.
Eu fiz! Inclusive, escrevo do meu reformado quarto, agora sem mofo, sem tralha velha acumulando energias negativas, roupas que a tempo não usava mais, enfim, ficou do jeitinho que eu queria. Também foram pintadas as paredes, três brancas e a da cabeceira rosa bem delicado.
Além do mais, você pode transformar essa experiência em um momento para se diverti escolhendo,por exemplo, um papel contact para por nas suas gavetas, eu fiz isso, experimentei três tipos diferentes de cores e estampas, a adorei o resultado. E se você é estudante de arquitetura como eu, é bom ir testando as várias possibilidades, pra ver o que dá certo.
Fica a dica, usem a criatividade e transforme seu refugio num pedacinho do paraíso!
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Casa Noturna Sóbria dá sono

Então! Não sei quanto a maioria, mas Casa Noturna merece ousadia. Afinal, é a hora que o pessoal tá ali pra curtir mesmo, pra provocar, rir, dançar, se soltar! E nada como um ambiente que instiga você a ser muito mais. Enche os olhos de cor e luz, formas organicas que provoquem...hummm.
Afinal...Casa Noturna em tons pastéis, dá é sono!
Para saber mais sobre criação a criador: http://www.arcoweb.com.br/interiores/interiores160.asp
segunda-feira, 14 de julho de 2008
PAISAGISMO

O que é um jardim sensorial?
Segundo Michael Corajaud, o jardim é como fragmento de um sonho e deve ser compartilhado por todo e qualquer usuário, incluindo os portadores de algum tipo de deficiência -- visual, auditiva ou física. Os idosos também têm direito, com sua natural perda de mobilidade e diminuição dos sentidos.(...)
A idéia de criar um jardim sensorial residencial, com condições bastante peculiares, surgiu exatamente para amenizar toda essa dificuldade, além de proporcionar para esta parcela da sociedade o contato com a natureza em suas próprias residências. O projeto do jardim pode ser adaptado para varandas e até mesmo para o interior das casas.
(...)
O jardim sensorial possui grande influência oriental, manifestando-se através de quatro sentidos do corpo humano:
• O tato, através das texturas das plantas,
• A audição, com os repuxos d’água,
• A visão, através das cores exuberantes e, finalmente
• O olfato com os aromas das espécies.
As pequenas fontes e repuxos d’ água também são responsáveis por agradáveis sensações e podem ser inseridas em qualquer jardim através de um simples sistema de bombeamento de água semelhante ao utilizado em aquários. O som emitido pela água é calmante e terapêutico segundo especialistas holísticos. As cores exuberantes das flores e folhagens também garantem excelentes resultados no que se refere ao aspecto visual do jardim. Suas combinações podem considerar as mais infinitas gamas de cores. Petúnias, rabos de gato, violetas, lírios da paz, gerânios, ixoras e plumbagos estão entre as mais cotadas para pequenos vasos e jardineiras. O resultado policromático também pode variar conforme as estações do ano.
E, finalmente, os jardins sensoriais olfativos -– comumente conhecidos como jardins aromáticos ou de ervas, de influência medieval -- também podem ser utilizados. Nestes jardins é possível sentir o agradável aroma das ervas e temperos caseiros, além de servirem no preparo de receitas culinárias e temperos em geral. As espécies mais utilizadas são o alecrim, hortelã, manjericão, salsinha, cebolinha, gengibre, coentro, além de ervas que servem para ungüentos e chás, como camomila, erva doce e erva-cidreira, dentre outras.
Veja a lista de plantas adequadas: http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=16&Cod=130
terça-feira, 8 de julho de 2008
Não precisa fazer sempre igual...





Quando projetamos, não precisamos seguir as linhas do que já existe, não é necessário obedecer a regra dos "Bloquinhos", do copia e cola. Vamos criar! As novas técnologia estão aí possibilitando uma infinidade de maneira de tornar acessórios simples em novidades bonitas e práticas. E isso já começa na faculdade, nos projetos que fazemso agora! Não pense que uma luz divina vai iluminar você assim que receber o canudo, a hora de criar é aqui e agora!Divirtasse!
O Programa Praça-Escola, em implantação na cidade de Nova Iguaçu, tem como principal objetivo estabelecer uma rede de espaços livres públicos que se articule à rede de equipamentos existentes, ou a implantar, na totalidade da cidade. A rede de equipamentos envolve as escolas públicas - foco principal do projeto e local gerador da demanda dos novos espaços públicos - os postos e unidades de saúde, as demais instituições públicas e os parceiros do programa Bairro-Escola - responsáveis pelas atividades suporte do horário integral em implantação na rede educacional. Esta rede conta com 98 escolas, fato que determinou o universo de 100 praças a serem implantadas.
Maiores Informações: http://www.vitruvius.com.br/institucional/inst188/inst188.asp
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Estrutura Metálica



Shopping Popular de Brasília
Para quem curte estrutura metálica
O projeto
A construção do Shopping Popular de Brasília foi idealizada pelo Governo do Distrito Federal e o projeto executado pelos dois irmãos: o Arquiteto Alencar Blanco Cinnanti e o Engenheiro Civil Dalmo Blanco Cinnanti, ambos representando a Cinnanti Arquitetura e Engenharia, empresa com sede na cidade.A criação deste Shopping Popular tem como primordial objetivo oferecer aos vendedores ambulantes, que comercializam seus produtos nas ruas do centro da cidade, um espaço definitivo, provido de toda a infra-estrutura necessária para exercerem suas atividades com legalidade, segurança, conforto e higiene. Para a concretização da referida obra, definiu-se uma área com 20.000m², ao lado da Rodoferroviária, localização esta em área nobre, de fácil acesso, situada no fim do Eixo Monumental, via que corta a cidade no sentido leste oeste.Após o levantamento das condições técnicas da área a ser utilizada para a construção do referido shopping, e do estudo minucioso de seu programa de necessidades, iniciou-se a definição dos princípios que norteariam todo o projeto arquitetônico, dando ênfase ao caráter social que a edificação deveria possuir, sendo idealizadas com as seguintes características:
• Horizontalidade;
• Permeabilidade;
• Acessibilidade com ênfase às pessoas portadoras de necessidades especiais;
• Integração entre área interior e exterior;
• Funcionalidade;
• Sustentabilidade alcançada através da utilização da ventilação e iluminação naturais;
• Design expressivo e contemporâneo, possuindo uma identidade com as principais edificações da cidade;
• Racionalidade da construção.
Mais informações sobre o projeto: http://www.metalica.com.br/pg_dinamica/bin/pg_dinamica.php?id_pag=1570

Os lugares do abandono - EduardoRocha
Quando pensamos e observamos algo abandonado, é necessário que utilizemos nossa imaginação simbólica e espacial.
Quando olhamos para as arquiteturas do abandono estamos privilegiando outro olhar, ou seja, estamos nos voltando para outra lógica, portanto é preciso fazer o pensamento pensar. É um mistério indecifrável, quando nos deparamos com uma situação de abandono na cidade, até que encontremos respostas e nos acostumemos com o quadro, como mais um objeto de decoração, fazendo com que alguns restos de construção sejam apreciados como ruínas. A partir dessa idéia, podemos partir de qualquer ponto, para qualquer lado, para cima, para baixo, horizontal, vertical. Qual é a forma? Para qual é a função? Por que essa arquitetura resiste? Por que existe?
(...)
O arquiteto está em uma situação muito particular, pois está preso, não é um artista no sentido tradicional, não é alguém que está diante de uma folha em branco, não é alguém que trabalha frente a sua tela. O arquiteto pode ser comparado a um realizador cinematográfico, já que temos as mesmas pressas: encontramo-nos numa situação em que devemos produzir, em um tempo determinado, com um pressuposto dado e com determinadas pessoas, um objeto, uma coisa. Trabalhamos com uma equipe, em virtude disso, a qualquer momento, podemos ser censurados, de maneira direta ou indireta, em nome da segurança, do dinheiro. Temos censores profissionais em nossa profissão, nas prefeituras, no governo.
Veja o texto na integra! http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp476.asp
Quando pensamos e observamos algo abandonado, é necessário que utilizemos nossa imaginação simbólica e espacial.
Quando olhamos para as arquiteturas do abandono estamos privilegiando outro olhar, ou seja, estamos nos voltando para outra lógica, portanto é preciso fazer o pensamento pensar. É um mistério indecifrável, quando nos deparamos com uma situação de abandono na cidade, até que encontremos respostas e nos acostumemos com o quadro, como mais um objeto de decoração, fazendo com que alguns restos de construção sejam apreciados como ruínas. A partir dessa idéia, podemos partir de qualquer ponto, para qualquer lado, para cima, para baixo, horizontal, vertical. Qual é a forma? Para qual é a função? Por que essa arquitetura resiste? Por que existe?
(...)
O arquiteto está em uma situação muito particular, pois está preso, não é um artista no sentido tradicional, não é alguém que está diante de uma folha em branco, não é alguém que trabalha frente a sua tela. O arquiteto pode ser comparado a um realizador cinematográfico, já que temos as mesmas pressas: encontramo-nos numa situação em que devemos produzir, em um tempo determinado, com um pressuposto dado e com determinadas pessoas, um objeto, uma coisa. Trabalhamos com uma equipe, em virtude disso, a qualquer momento, podemos ser censurados, de maneira direta ou indireta, em nome da segurança, do dinheiro. Temos censores profissionais em nossa profissão, nas prefeituras, no governo.
Veja o texto na integra! http://www.vitruvius.com.br/arquitextos/arq000/esp476.asp
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